Perguntas e Respostas

A quem se destina os Guias do O Viajante?

Como o nome de alguns guias já indicam, destina-se ao viajante independente – isto é, ao turista que planeja a sua viagem, que define seus passeios, roteiro, hotel, onde comer, o que conhecer, como aproveitar bem sua viagem. Uma das principais características do guia, afinal, é informar com praticidade, ajudar o viajante em todas as etapas, do planejamento ao dia-a-dia no futuro destino.

Os Guias O Viajante são exclusivamente para mochileiros?

Como os Guias O Viajante apresentam muitas dicas práticas e de economia, eles se tornaram muito populares entre os mochileiros. Não é, entretanto, exclusivo deste pessoal, há muitas informações aos turistas de orçamento mais folgado e que não viajam de mochila. Definitivamente é um guia democrático: abrange de albergues da juventude e opções para se hospedar sem gastar nada a hotéis 5 estrelas e pousadas de excelente conforto.

Os Guias O Viajante são sobre quais destinos?

O “Guia Criativo para O Viajante Independente na Europa” apresenta informações sobre 22 países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Escócia, Eslováquia, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Inglaterra, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Noruega, Polônia, Portugal, República Tcheca, Suécia e Suíça.

O “Guia Criativo para o Viajante Independente na América do Sul” contém informações sobre 12 países do continente: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai, Venezuela.

Temos ainda três guias exclusivos de países da América do Sul: Argentina, Chile e Uruguai.

A capital da Inglaterra também ganhou um guia único, o “Guia O Viajante Londres”.

Para dizer que não falamos de Brasil, lançamos também guias únicos sobre o Rio Grande do Sul e sobre Santa Catarina.

Já tenho uma das edições anteriores, vale a pena comprar a edição atual?

As edições atuais são sempre mais atualizadas dos que as anteriores e com acréscimo de informações. A primeira edição do Guia Europa, por exemplo, do ano 2000, sequer tinha os preços em euro. As edições seguintes, nem todas tinham mapas ou fotos. Além do que, uma edição atualizada, apresenta novas cidades, atrações turísticas, passeios, hotéis e mais informações sobre vistos e entrada nos países, e tudo com preços mais fidedignos.

Não é muito grande ou pesado?

Em geral nossos guias maiores pesam em torno de 600 gramas, não é tanto assim. O papel utilizado é mais leve do que o de um livro tradicional, o que, apesar de certa espessura, não é tão pesado ou volumoso como se pensa. Nossos guias apresentam também uma série de informações de conhecimentos gerais, tornando-o uma boa leitura de viagem, o que, para quem quer aliviar peso e volume, pode “substituir” um livro na bagagem, que sempre é um bom companheiro.

Por que não dividir em guias menores?

No caso da América do Sul, alguns países já ganharam guias próprios, como os nossos vizinhos Argentina, Chile e Uruguai. De qualquer forma, é importante que exista um guia de todo o continente, integrando-o. Quando se trata de Europa, mais ainda, em virtude da facilidade que há em viajar entre os países. Vale também para que durante a viagem se possa ler sobre outros lugares, possíveis futuros destinos e se planejar.

O guia é interessante para quem não está pensando em viajar logo?

Com certeza! Ajuda no planejamento ou mesmo no pré-planejamento de uma viagem, ainda que isto ocorra apenas a longo prazo. E independentemente da viagem, vale também como informação sobre cultura geral e apresentação de lugares fascinantes.

Que outros guias sobre destinos como Europa e América do Sul existem?

Lonely Planet, Handbook, Let’s Go, Rough Guide, Frommers, Le guide de Routard, Guia Visual da Folha de São Paulo.

Todos em língua estrangeira?

O Guia da Folha é em português, mas é a versão de um guia estrangeiro, Eyewitness. Os guias do O Viajante são os únicos feitos por e para brasileiros.

Qual a diferença, além do idioma?

Muitas: linguagem, informações específicas, conteúdo com perfil de viajante brasileiro… De certa forma, viajamos de forma diferente de americanos ou europeus; nós, brasileiros, costumamos ter tempo e dinheiro bem mais limitado. E não há por que o Brasil não o ter os seus próprios guia de viagens!

Qual é a editora?

O Viajante – Trilhos e Montanhas.

Quem é o autor dos guias?

Zizo Asnis, também idealizador do projeto, viajante e editor, que sempre conta com um ou mais viajantes auxiliando na pesquisa.

O que mais a editora publica?

É especializada em guias de viagem. Há dois títulos sobre a Europa: “Guia Criativo para O Viajante Independente na Europa” (em breve na 10ª edição), e “Guia O Viajante Londres” (atualmente esgotado, futuramente na 2ª edição), quatro títulos para destinos na América do Sul: “Guia Criativo para O Viajante Independente na América do Sul” (7ª edição), “Guia O Viajante Argentina” (3ª edição), “Guia O Viajante Chile” (3ª edição), “Guia O Viajante Uruguai” (1ª edição); outros dois para estados brasileiros: “Guia O Viajante Santa Catarina” e “Guia O Viajante Rio Grande do Sul”. A editora também publica literatura viajante – relatos de viagens -, caso do livro “Uma Estrada para o Chile”, de Alberto Schwanke, e “Vida Nômade”, de Robison Portioli.

Qual a média de preços dos guias?

Entre R$ 39,00 e R$ 79,00, dependendo do guia, sendo que os mais caros são os que englobam os continentes Europa e América do Sul.

Não é muito caro?

Sim e não. Claro que é algum dinheiro, mas criar um guia deste porte, viajando por todos os países, não torna o projeto barato (e não ajuda nada a baratear os custos de impressão, o percentual para livrarias e os altos impostos governamentais). De qualquer forma, um guia sempre é um excelente investimento, ajuda a otimizar o tempo, prevenir-se das roubadas e aproveitar bem mais, do planejamento ainda no Brasil, à viagem lá fora, propriamente. Com certeza, vale o custo-benefício.

Mas sempre é possível viajar sem guia…

Certamente, mas tenha a certeza de que você aproveitará bem mais com um. É como desprezar as dicas e opiniões de quem conhece os lugares, já fez a viagem, sabe dos macetes e tem muito a falar a respeito – principalmente de quem viaja com este objetivo (e desenvolve esta função há 15 anos). Seja qual for o destino, um guia de viagens é sempre um bom parceiro.

Os Guias do O Viajante estão à venda nas livrarias?

Sim, em especial nas grandes redes, como Saraiva, Cultura, Fnac, Martins & Fontes ou lojas regionais em diversos estados do Brasil, como Da Vila (SP), Travessa (RJ), Leitura (MG), Curitiba (PR), Catarinense (SC), além de lojas virtuais. Caso você procure e não encontre, por favor, nos avise isso pelo e-mail guias@oviajante.com.

O conteúdo dos guias não estão disponíveis pelo UOL?

Não. O UOL divulgava parte do guia, mas não mais. Se você ainda encontrar, tenha certeza que se trata de informação antiga.

Tenho dúvidas de viagem, posso perguntar a vocês?

Sim, pelo site. Entretanto, lembramos que não sonegamos informação – de certa forma, tudo que sabemos e pesquisamos dos 22 países europeus em que estivemos, ou dos 12 da América do Sul, encontram-se nas páginas do guia.

Gostaria de ser um viajante para um de seus guias. Vocês têm interesse? Como faço?

Sempre! Ultimamente temos selecionado viajantes a partir de nossos cursos de travel-writer. É importante que você esteja cadastrado no site e fique antenado aos nossos comunicados, via receba novidade (box no rodapé da página). Neste meio tempo, participar do site ou do Facebook mandando dicas, fotos e ideias, ajuda numa possível futura seleção.

Viajei recentemente e tenho dicas da minha viagem, vocês têm interesse?

Claro, muito interesse! Escreva pra gente: rededeviajantes@oviajante.com. Ao nos ajudar a atualizar as edições seguintes dos guias, você será creditado nos agradecimentos da próxima edição.

Vocês querem minha opinião sobre os guias que vocês editam?

Certamente! Só assim poderemos aperfeiçoar o nosso trabalho. Suas impressões são muito importantes, mande seu e-mail para rededeviajantes@oviajante.com.

Não existe versão em e-book ou em aplicativos para celulares ou tablets dos guias de viagens?

Ainda não, mas estamos trabalhando nesse sentido.

Por que as fotos ilustrativas são em preto e branco, e não coloridas?

Fotos coloridas exigem um papel de maior gramatura; assim o livro ficaria maior, mais pesado e mais caro. No custo-benefício, acreditamos valer a pena manter as fotos em preto e branco, com um caderno de 8 páginas colorido. Contudo, temos dois guias com páginas coloridas, o “Guia O Viajante Londres” e o “Guia O Viajante Uruguai”. De qualquer forma, isso é só um aperitivo: não há nada como ver nas cores reais, ao vivo.

Tenho o Guia Criativo para O Viajante Independente na América do Sul. Se estiver planejando conhecer Argentina, Chile ou Uruguai, vale a pena comprar os guias exclusivos?

Depende de sua viagem e do quanto você quer saber mais sobre esses destinos. No “Guia Criativo para O Viajante Independente na América do Sul”, dedicamos 152 páginas à Argentina; no exclusivo ao país, são 424 páginas – claro que está bem mais completo e informativo. E se a sua viagem agora for de carro, definitivamente vale adquirir o “Guia O Viajante Argentina”. O mesmo vale para os casos do Chile – 126 páginas no Guia da América do Sul e 376 no guia exclusivo – e do Uruguai – 45 páginas no Guia da América do Sul e 384 no guia exclusivo.

Quais as informações presentes nos guias Argentina, Chile e Uruguai para quem planeja ir de carro?

Distâncias, descrições dos trajetos, as estradas. No final do livro do Chile e da Argentina existe até um capítulo chamado “Miniguia para uma viagem de carro”, com informações sobre normas e documentos de trânsito, a travessia de fronteiras, os postos de controle entre o Brasil e os países, os percursos de fronteira, o controle alfandegário, a corrupção da polícia rodoviária, gasolina, pedágio, e um mapa com as principais estradas do país. No caso específico do guia do Uruguai, sugerimos cinco roteiros diferentes para conhecer o país de carro.